Cla, Cla, Cla...
Não sei se a vida é mesmo tão condutora como, às vezes, tendemos a pensar. Acho apenas que temos de nos conformar com a maior parte das coisas que nos acontece e sobre a qual não temos o menor controle. E adaptar. Porque, no mais das vezes, esse nosso discurso não passa de autoconsolo, no sentido de que precisamos encontrar (e fabricar) algum sentido nas conchinhas que o mar da vida nos traz a cada nova onda.
Não sei, Clarissa! Acho o ser humano fantasticamente mentiroso. E, quando digo mentiroso, digo-o para indicar um sentido positivo do termo, sem o qual – provavelmente – não suportaríamos um dia sequer. Aquela coisa necessária de acreditar em destino, sabe?! De crer cegamente que há algum propósito em cada coisa que fazemos ou que nos acontece...
Enfim. Você tocou num ponto fundamental. A mudança. O trânsito. A passagem. De um estado a outro. Cortando elos. Estabelecendo novos.
Diga-me: será que há mesmo algum propósito nisso tudo?
Sou cético, você me conhece, embora me considere “aberto” para muitas possibilidades. É que eu não sei. Não sei mesmo!
Beijão!
G.
G.
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