Gustavo, querido, gostei do seu título, Desequilibrados por natureza (até fui em minha primeira postagem colocar um título, também). Só o fato de sermos naturalmente desequilibrados é que justificaria nossa eterna busca pelo equilíbrio, como um estado ideal. Entretanto, falar de natureza das coisas, ainda mais das coisas humanas, é sempre um problema. Tendemos ao equilíbrio ou ao desequilíbrio?
É aí que talvez possa entrar Darwin (o cabra sempre é chamado em problemas complexos, quis se meter com algo muito grandioso, agora não tem sossego espiritual, coitado). O equilíbrio é o queijinho do rato no final do labirinto, enquanto os caminhos competem entre si apresentando-se como mais convidativos, úteis, atraentes, eficazes... O desequilíbrio estimula a competitividade, que, claro, nos impulsiona a buscar soluções evolutivas criativas para se chegar à homeostase, à paz, ao equilíbrio do organismo. Pelo fato de ser um prêmio evolutivo, o equilíbrio é, sim, um estado passageiro, pois equilíbrio demais nos tornaria preguiçosos e perigosamente entregues à inércia que nos faria estacionar na evolução, sendo ultrapassados pela primeira tartaruga mais espertinha.
Só posso concluir, amigo Gustavo, que a vida é uma guerra e "não pense que a cabeça aguenta se você parar".
É aí que talvez possa entrar Darwin (o cabra sempre é chamado em problemas complexos, quis se meter com algo muito grandioso, agora não tem sossego espiritual, coitado). O equilíbrio é o queijinho do rato no final do labirinto, enquanto os caminhos competem entre si apresentando-se como mais convidativos, úteis, atraentes, eficazes... O desequilíbrio estimula a competitividade, que, claro, nos impulsiona a buscar soluções evolutivas criativas para se chegar à homeostase, à paz, ao equilíbrio do organismo. Pelo fato de ser um prêmio evolutivo, o equilíbrio é, sim, um estado passageiro, pois equilíbrio demais nos tornaria preguiçosos e perigosamente entregues à inércia que nos faria estacionar na evolução, sendo ultrapassados pela primeira tartaruga mais espertinha.
Só posso concluir, amigo Gustavo, que a vida é uma guerra e "não pense que a cabeça aguenta se você parar".
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